Afinal, é necessário padronizar o envidraçamento de varanda no condomínio?

Por que optar pelo envidraçamento automático ao invés do comum

Ao entregar as chaves dos apartamentos, sempre tem aquele apressadinho que quer se mudar o quanto antes. Sem mesmo avisar, já parte para pequenas reformas no imóvel e antes mesmo da primeira convenção já reuniu os amigos para um petit-comité.

Mas não se intimide ao notar que algum proprietário está reformando ou envidraçando sua sacada sem prévio aviso ou autorização do condomínio. Como síndico, sua função é assessorar os condôminos a protegerem seus apartamentos, sem nenhuma dor de cabeça.

Por isso, por menor que seja a mudança, ela pode afetar outros imóveis e a fachada do prédio. No caso de instalação de cortina de vidro é preciso estabelecer um padrão para evitar multas da prefeitura e até a desvalorização dos imóveis.

Muito prédios possuem metragens diferentes de apartamento e isso afeta também a sacada. Portanto, para não comprometer a fachada do edifício, ainda que com metragens e recortes diferentes, é preciso estabelecer especificações para cada um dos tipos da varanda.

O envidraçamento deve respeitar os laudos técnicos, lembrando que cada sacada suporta até cinco vezes mais que seu peso. Também devem ser padronizadas as esquadrias, cor dos vidros e alumínio e modelo do fechamento de varandas – se será cortina de vidro ou não-, espessura, tipo de vidro e o número de folhas a serem instaladas.  Só depois dessa definição é que os proprietários podem começar o envidraçamento de varanda.

Vale lembrá-los que qualquer instalação feita fora dos padrões terá de ser retirada e será cobrada uma multa. Por isso, fique atento às movimentações no edifício para que não seja responsabilizado depois.
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